17 a 21 de agosto de 2026 · Escola de Gestão Fazendária
Formação de 25 horas aprofundou a organização de contexto, projetos e rotinas assistidas por IA, com revisão e responsabilidade profissional.
A terceira turma da oficina de inteligência artificial generativa da EGEFAZ ocorreu entre 17 e 21 de agosto de 2026, sob a condução de Antonio Bandeira. Em cinco encontros, com carga horária de 25 horas, a formação aprofundou a passagem do uso pontual do chat para a organização de ambientes de trabalho assistido.
O percurso foi estruturado em cinco movimentos: compreender, estruturar, operacionalizar, governar e consolidar. Essa sequência articulou fundamentos da tecnologia, definição do contexto, aplicação às tarefas e critérios para revisar e aproveitar as entregas.
Contexto e continuidade no trabalho
A oficina trabalhou a organização de projetos, referências e instruções reutilizáveis. O foco foi construir condições para que a ferramenta compreendesse melhor a tarefa e para que o profissional pudesse acompanhar o desenvolvimento do trabalho ao longo de diferentes interações.

As atividades aproximaram esses recursos de situações concretas de produção e análise de documentos. A indicação das fontes, a definição do formato esperado e a revisão das respostas integraram o processo, evitando que a fluência do texto fosse confundida com comprovação de sua correção.
Governança como parte da prática
A formação discutiu o uso de integrações, agentes e diferentes modos de trabalho, associado à atenção às permissões e ao conteúdo acessado. A possibilidade de executar etapas de uma tarefa exige delimitação do escopo e supervisão proporcional ao que está sendo realizado.
Ao final do percurso, a consolidação das rotinas e dos critérios de conferência reuniu os elementos trabalhados durante a semana. A proposta foi desenvolver uma prática profissional em que inovação e responsabilidade avancem juntas.
